Encontros fraternos marcados pela assistência aos irmãos menores animais

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A SEEF sediou os encontros que contaram com a presença de Mambrini e Irmão Gilberto10

O fim de semana na Sociedade Espírita Encontro Fraterno (SEEF), de Blumenau (SC), foi marcado pelas comemorações aos 25 anos de estudos, trabalho e convívio fraterno. O destaque foi a presença de Gilberto de Azevedo Marques e de Antônio Carlos Mambrini, que atuam respectivamente como presidente e vice-presidente do Grupo Fraternal Francisco de Assis (GFFA), de São Bernardo do Campo (SP). Além de marcarem o encontro na noite de sexta-feira, dia 18 de novembro, eles também estiveram presentes no trabalho de assistência espiritual aos animais, oferecido no sábado às 9h30, e retornaram à SEEF no período da tarde para o seminário Assistência aos Irmãos Menores Animais, ministrado pelo Irmão Gilberto, como Marques prefere ser chamado.

Durante a palestra oferecida no trabalho de assistência espiritual,  o presidente do GFFA explicou a importância da conscientização dos tutores em relação ao animal de estimação. “O animal não precisa se tornar humanizado, sendo tratado como filho. Quando o tutor passa a tratar o tutelado como uma criança, causa um transtorno psíquico no animal, que acaba assumindo uma postura que interfere na sua evolução espiritual. Os animais não precisam de festa de aniversário ou de casamento, além de cuidados exagerados em relação à estética”, ressalta Irmão Gilberto.

Ele explicou aos tutores que os banhos semanais retiram a proteção natural da pele dos cães, causando alergias, coceiras e feridas, entre outros problemas dermatológicos. Outra dica é em relação à harmonização do ambiente em que o animal vive. “Pensamento é matéria. A pessoa que só gosta de assistir desgraça na televisão ou vive com pensamentos negativos, está contaminando o ambiente doméstico. É necessário sorrir mais e enxergar a vida de uma maneira mais positiva, gerando uma harmonia no lar. Assim, o animal começará a ficar mais calmo e isso também evitará que ele seja acometido por algumas doenças”.

Outro ponto abordado pelo Irmão Gilberto durante a palestra foi em relação à alimentação dos animais. “Precisamos buscar conhecimento na hora de escolher a ração para o tutelado, seja ele gato ou cachorro. Existem rações muito boas no mercado, mas o animal também pode se alimentar de comida natural, desde que esta não seja condimentada. Na verdade, os cachorros são carnívoros e não vegetarianos. Eles precisam comer tutano e roer um osso, de vez em quando, para se sentirem felizes”. Após a palestra, foi aplicado o passe nos animais, que receberam ainda para um tratamento espiritual, o mesmo oferecido no GFFA e que é comandado pelo benfeitor espiritual Yossef (espírito zoófilo). Antes da passividade, o Irmão Gilberto frisou a importância do tutelado receber o acompanhamento e o tratamento de um médico-veterinário. “O tratamento espiritual não substitui o tratamento veterinário”.

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Seminário

O tema alimentação natural foi abordado novamente durante o seminário, que contou com a participação de tutores, dos trabalhadores do Cantinho de Francisco de Assis, dos dirigentes da SEEF e da 4ª União Regional Espírita, além da equipe do Fraternidade, Luz e Fé e do Caridade Sem Fronteiras, que também estará oferecendo a assistência espiritual aos animais a partir de 2017. “Todos estão no caminho certo, já que este trabalho exige metodologia. Não se deve oferecer assistencial espiritual aos irmãos menores só porque as pessoas têm carisma pelos animais. É necessário muito estudo e dedicação”.

Entre os assuntos apresentados durante as duas horas de seminário, pode-se destacar o tratamento na forma do passe magnético e fluídico, atendimento fraterno, efeito das enfermidades, alma-grupo, escala evolutiva dos animais e água irradiada. “A água é um recurso necessário tanto para os animais humanos, quanto para os animais não humanos. Porém, a dúvida para muitos ainda persiste entre a diferença entre água fluidificada e água irradiada. A resposta é simples: a água fluidificada é para os humanos e a água irradiada é para os animais, já que a primeira interage no corpo perispiritual e a segunda no corpo material”, define Irmão Gilberto.

É importante destacar que, nos animais, o processo da doença não é o mesmo que nos humanos. “No animal, a doença se inicia no corpo físico. Na maioria das vezes, as doenças surgem mais por culpa do tutor do que propriamente pela necessidade do tutelado, já que os animais não estão sujeitos à Lei de Causa e Efeito. Por isso, a necessidade de se atentar a grande responsabilidade que os tutores têm por seus tutelados. A partir do momento em que alguém adota um animal, compete ao tutor garantir o mínimo necessário ao tutelado, como alimento, comodidade, respeito e o convívio com a família. Mas este respeito implica também em tratar o tutelado como animal e não como gente”.

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