Os principais erros que alguns tutores cometem com os animais de estimação

Ter um animal de estimação exige muita responsabilidade. A tutela responsável vai muito além do carinho e da boa vontade em adotar. Listamos os 10 maiores descuidos em relação ao bem-estar de cães e gatos. Confira para não cometer nenhum destes erros com seu animal.

purebred golden retriever dog

♦ Deixar o animal sozinho no carro – Nunca deixe um animal sozinho no carro, mesmo que este esteja estacionado à sombra e os vidros estejam parcialmente abertos. Mesmo quando a temperatura não está alta, o carro rapidamente se transforma em uma estufa, podendo se tornar fatal para qualquer animal de estimação.

♦ Passear com o cachorro em dias quentes – Evite levar o cachorro para passear em dias de altas temperaturas. O horário ideal para caminhadas é no início da manhã ou no final da tarde, quando o sol já está se pondo. Os raios solares chegam a dobrar a temperatura do revestimento de ruas e calçadas. Fique atento!

♦ Descuidar da ração e da água – Invista em ração de qualidade para o seu pet e verifique a quantidade correta na embalagem para não errar na medida. Em dias de temperaturas altas, disponha diversos recipientes de água para garantir que o seu animal possa se hidratar sempre que sentir sede. Nunca deixe seu animal sem água!

♦ Manter o animal preso – Se você não tem condições de manter o animal solto no pátio, em segurança, então evite ter animais de estimação. Use a corrente apenas para os passeios ou coloque no canil apenas quando você estiver entrando ou saindo da garagem de casa ou tiver que manter o portão aberto. Não deixe o animal preso por muitas horas, já que eles precisam brincar e interagir com a família. Todos merecem a liberdade. Por isso, não prenda uma alma!

♦ Bater no animal – Esta forma de punição não é eficaz e acaba gerando uma insegurança no animal, que pode se tornar agressivo com o próprio tutor. Por isso, não bata em seu animal de estimação, muito menos em um momento de raiva. O animal não vai entender por que está apanhando e provavelmente desenvolverá problemas comportamentais. Além disso, todo animal deve ser tratado com amor e carinho!

♦ Não cuidar dos dentes do pet – Não negligencie a saúde bucal do seu animal de estimação. Assim como nós, eles precisam de visitas periódicas a um especialista para avaliação dos dentes. A maioria das clínicas veterinárias oferece a limpeza. Também existem alguns produtos no mercado que ajudam a prevenir a formação do tártaro.

♦ Economizar com tratamento médico – Assim como nós, os animais precisam de acompanhamento médico para garantir uma vida saudável. Mas muitos tutores só levam o tutelado à consulta veterinária quando surge algum problema de saúde grave ou quando é para vacinar. Outros, nem isso. Por isso, não deixe de levar o seu pet ao veterinário sempre que houver a suspeita de que algo não está bem. E nunca medique o seu animal por conta própria, já que isso pode lhe custar a vida!

♦ Não esterilizar o animal – Muitos tutores não sabem a importância da castração/esterilização de cães e gatos. Este procedimento não só evita ninhadas indesejadas, como também previne que os animais desenvolvam doenças como a neoplasia mamária ou de próstata.

♦ Deixar de vacinar seu pet – O animal pode até viver em um apartamento, mas isso não garante que ele esteja protegido. As doenças podem ser transmitidas durante os passeios do próprio tutor, que pode contaminar o ambiente domiciliar através das solas dos sapatos. Por isso, nunca deixe de completar o esquema de vacinação do seu filhote, além de repetir a dose anualmente, conforme agendamento do médico veterinário. Melhor prevenir do que remediar!

♦ Levar o cão para passear sem a guia – É muito comum nos depararmos com algum cachorro passeando solto, ao lado de seu tutor, por uma via pública movimentada. Mesmo que o seu cão seja obediente, ele pode ser imprevisível diante de uma situação que o faça agir por impulso. Por isso, todo cuidado é pouco quando o assunto é segurança do seu pet. São muitos casos de animais que são atropelados ou que fogem por conta do descuido ou excesso de confiança do tutor em relação ao tutelado.

 

 

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